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Empresa contribui com o meio ambiente

Matéria publicada no Jornal do Ônibus de Curitiba no dia 21 de março de 2013.


A empresa paranaense BioAccess - que atua na coleta, transporte e destinação final de resíduos industriais e de saúde - está conquistando o mercado brasileiro com crescimento estimado de 40% ao ano, considerado alto para o setor. Criada em Cianorte há sete anos, a BioAccess está presente em 250 cidades dos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Neste período, a empresa já garantiu o recolhimento de mais de 4 mil toneladas sem causar qualquer dano ao meio ambiente. A média de recolhimento é de 51 toneladas por mês.


Atualmente, cerca de 3 mil estabelecimentos são atendidos pela empresa paranaense – entre eles, hospitais, laboratórios, farmácias, clínicas e estúdios de tatuagem. “Para atender esta demanda, nossa frota chega a rodar 70 mil quilômetros por mês”, destacou o diretor e sócio-fundador da BioAccess, Cristiano Rodrigues.

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Paranaenses são destaque na coleta de resíduos industriais e de sáude

Matéria publicada no Bem Paraná no dia 14 de janeiro de 2013.


 



Por ano, Bioacces coleta e dá destinação a 3,4 milhões de quilos de resíduos


A empresa paranaense Bioaccess — que atua na coleta, transporte e destinação final de resíduos industriais e de saúde — está conquistando o mercado brasileiro com crescimento estimado de 40% ao ano, considerado alto para o setor. Criada há apenas sete anos, em Cianorte, no Noroeste paranaense, a Bioaccess está presente em 250 cidades dos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso. Neste período, a empresa já garantiu o recolhimento de 3,45 mil toneladas ou 3.450.650 milhões de quilos de resíduos. A média de recolhimento é de 51 toneladas por mês.


 


São 2.657 estabelecimentos particulares atendidos pela Bioaccess. Entre eles hospitais, ambulatórios, laboratórios, funerárias, farmácias, clínicas veterinárias, estabelecimentos de ensino e pesquisa na área de saúde, centros de controle de zoonoses, distribuidores de produtos farmacêuticos, empresas para diagnóstico in vitro, serviços de
acupuntura, de tatuagem e outros. A Bioaccess também é responsável pela coleta em 320 pontos como postos de saúde e hospitais municipais cuja responsabilidade pelos resíduos pertence às prefeituras.


 


O diretor e sócio fundador da Bioaccess, Cristiano Rodrigues, conta que a empresa nasceu de um projeto de faculdade. “Não houve um investimento inicial, nós simplesmente acreditamos no negócio e ele deu certo”,
relata Cristiano. Gustavo Mateus, também diretor e fundador da Bioaccess, lembra que a o crescimento aconteceu justamente pelos motivos que muitos diziam que a empresa não daria certo. “Cianorte é um pólo têxtil e as pessoas nos falavam que estávamos atuando no segmento errado e aconteceu o contrário. Começamos a crescer porque na região não havia tradição em serviços como o que a Bioaccess executa”, ressalta Gustavo.


 


A Bioaccess possui frota própria para coleta e transporte de resíduos. São 70 mil quilômetros percorridos mensalmente. Os veículos da empresa são sinalizados - conforme especificação da ABNT, capacitados e
licenciados pelo INMETRO.


 


Atuação – Os resíduos coletados pela Bioaccess são encaminhados para a incineração térmica. Todo o processo segue as legislações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e Lei Nacional de Resíduos Sólidos (12.305/2010). Segundo a Lei, cabe aos geradores de resíduos de saúde o gerenciamento dos resíduos – desde a produção até a sua destinação final, bem como a apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRSS) aos órgãos responsáveis pela fiscalização.


 


O documento deve informar as ações que serão desenvolvidas para reduzir a quantidade de resíduos gerados, prevendo a sua destinação de forma eficiente e segura. A Bioaccess elabora, executa e implanta o PGRSS para
estabelecimentos. Na opinião de Cristiano Rodrigues a logística reversa e a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos são importantes ferramentas para solucionar a problemática do lixo no Brasil.


 


Como exemplo, ele citou o programa de recolhimento de medicamentos em desuso desenvolvido por uma rede de farmácias – no qual a Bioaccess é responsável pela coleta e destinação final do material. Desde fevereiro deste ano, cerca de 2 toneladas de embalagens de pomadas, comprimidos, medicamentos líquidos, sprays, foram coletadas nas farmácias cadastradas nos dois Estados. Cada quilo de medicamento recolhido evita a contaminação de 450 mil de litros de água, além de impossibilitar seu consumo indevido. “Quando o material pode ser reciclado, é um lixo que gera renda. Mas quando ele traz ônus, como é o caso dos medicamentos, é necessário a contratação de profissionais e empresas capacitadas para resolver”, pondera.


 


Paraná - No Paraná a Lei 17.211/2012, de autoria do médico e deputado estadual, Luiz Eduardo Cheida, estabelece a logística reversa de medicamentos. Conforme a nova legislação, fabricantes, comerciantes e consumidores ficam responsáveis pelo descarte correto dos remédios. Funciona assim: o consumidor deve entregar os produtos para os
estabelecimentos que os comercializam ou distribuem, como farmácias e postos de saúde. Fabricantes e importadores se responsabilizam pelo recolhimento dos medicamentos e destinação final aplicável a cada caso.


 


Quando descartados em lixo comum ou rede de esgoto, os medicamentos contaminam a água e o solo e ainda podem provocar reações adversas como intoxicação de animais e pessoas. É isso que a logística reversa de
medicamentos quer evitar. “A ideia está sendo usada como referência para outros estados”, conta Simone Ribas, assessora do Núcleo de Regulação e Boas Práticas da Anvisa.


 


Dados no Brasil – De acordo com recente pesquisa divulgada pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o Brasil produziu 61,9 milhões de toneladas de resíduos sólidos em 2011, 1,8% a mais do que no ano anterior. Do total do lixo coletado, segundo a pesquisa, 42% acabam em local inadequado. Com relação à coleta de lixo hospitalar, os municípios brasileiros coletaram e destinaram 237,6 mil toneladas de resíduos de saúde, das quais 40% têm destino inadequado. “Dessa porcentagem temos 12% indo para lixão, depositados sobre o solo sem tratamento prévio, não só contaminando o meio ambiente, mas trazendo um risco muito grave para as pessoas que tiram seu sustento desses lixões”, conta o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho.


 


Matéria original do Portal Bem Paraná 

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